terça-feira, 3 de março de 2015

UMA REVOLUÇÃO POSSÍVEL


Luiz Carlos Prates, repórter que já foi da RBS e hoje é do SBT Santa Catarina, constantemente criticado pelas suas opiniões duras ao povo brasileiro, propõe com frequência em suas falas uma revolução chamada Revolução Cultural. Apesar de nem sempre concordar com outras idéias do repórter, quanto a isso ele está coberto de razão. A proposta dessa revolução é muito simples: se cada brasileiro se disciplinar a ler pelo menos um jornal por dia “em dois anos o leitor será um novo indivíduo” ou seja  esse brasileiro terá ampliado sua consciência crítica, saberá onde está  situado no mundo e principalmente terá uma memória melhorada quanto aos políticos que governam esse país.  Apesar de sua obviedade é algo que vejo que as pessoas, tanto jovens quanto adultos, estão fazendo cada vez menos, uns por falta de interesse e outros por falta de tempo mesmo. Na nossa cidade contamos apenas com as edições semanais, mas existem uma série de outros jornais que circulam pelo estado que já são um bom início. Uma opção de assinatura impressa e barata é o Correio do Povo, mas quem ainda não quer gastar nada há por exemplo a versão online do jornal O Sul que é completamente gratuita ou até mesmo buscar pela infinidade de sites de notícias na web. Apesar que às vezes as pessoas gastam dinheiro com tanta coisa que trocar alguma delas pela assinatura de um jornal é um belo negócio.

TROCA DE LIVROS NO SENAC CAMAQUÃ
Falando em leitura, ainda está acontecendo no Senac da rua Manoel da Silva Pacheco 422 a campanha “Eu me livro” que consiste numa caixa que armazena livros que podem ser trocados. Deu uma olhada e ficou interessado por algum deles? É só levar desde que deixe outro no local. Os livros devem estar em bom estado e não são aceitos manuais didáticos escolares, enciclopédias ou dicionários. Quem ainda  tem livros em casa sobrando e que não vai mais ler e quiser contribuir com doações elas são muito bem-vindas.


O BONSENSÔMETRO OU O EDUCÔMETRO
Costumo dizer que a melhor forma de medir a educação e o bom senso de alguém é observar essa pessoa em duas ocasiões: no ônibus e no trânsito. É claro existem muitas outras, mas essas duas pra mim são as campeãs. Você senta no ônibus e deita o banco todo para trás? Faz uma refeição de salgadinhos e frituras fedorentas? Fala alto com outras pessoas e no celular? Não cuida se vai bater nas pessoas na hora de descer ou de ir ao banheiro? Parabéns! medidor lá embaixo. Pelo simples motivo: você não está nem aí pra ninguém e acha que todo mundo lhe deve alguma coisa que você não retribui a elas: EDUCAÇÃO. E o trânsito? Ah… o trânsito… chega a ser desanimador… Gostaria de fazer as seguintes perguntas para alguns motoristas: Qual a dificuldade em dar o sinal de pisca? Em uma cidade relativamente pequena como Camaquã por que tanta resistência às mudanças no trânsito (já que elas visam tentativas de melhorias)? Você sabia que ao simplesmente parar no meio da rua,  o fato de ligar o pisca alerta não resolve o problema? Você sabia que existem lugares específicos para estacionar carro e moto? Pois é… basta dar uma volta ali no centro para o Educômetro dos motoristas ir para um valor negativo. Mas fazer o que? O que podemos esperar de uma geração educada à “funk” e “velozes e furiosos”?

CAMAQUÃ MAIS UMA VEZ NA GRANDE MÍDIA
Já que Camaquã voltou aos noticiários da TV como não acontecia desde a enchente do natal de 1998, esperamos que com todo o barulho e pauleira ocorrida, aconteçam de fato mudanças pra melhor, não é?

GREVES E GREVES
Algo muito bem colocado por alguns de meus colegas de profissão foi a  discussão que compara o suporte da sociedade à greve dos caminhoneiros com as já realizadas pelos professores. Claro, Educação pode faltar, o que não pode é faltar gasolina nas carangas.

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